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13/10/2011 - 10:09h
Parte do Texto, Asas Para Voar - Por: Alvaro Blasina

........No mundo acelerado e carente de sensibilidade que hoje nos toca viver, a reprodução de pássaros em cativeiro é inegavelmente uma atividade que traz inúmeros benefícios para a saúde mental das pessoas. Ela pode ser praticada de forma totalmente responsável e respeitosa para com o meio ambiente, as espécies e a Natureza. Multiplicar a vida com respeito, dedicando todos os esforços na busca do maior bem estar animal é uma atitude concreta que traz como conseqüência a preservação das espécies, minimiza o tráfego e enriquece a vida.
         A reprodução é uma ação direta. Multiplicar a vida é cuidar dela com todo esmero jamais poderia ser visto como algo condenável. É um ato  concreto de amor e respeito.
         Certamente várias espécies estão totalmente livres da ameaça de extinção pelo esforço de milhares de abnegados que se dispuseram a dedicar seu tempo, seu esforço e seus estudos para oferecer o que tem de melhor às suas aves cuidando delas com mais esmero do que a si próprios. As espécies domésticas de hoje não existiriam se eles não tivessem dedicado suas vidas na busca das melhores condições para a sua multiplicação em cativeiro. Não se tratava de pessoas perversas que adoravam ver o sofrimento dos animais, mas de seres sensíveis, responsáveis e dispostos a dar todo o seu empenho pela multiplicação da vida.
         Embora pessoalmente dedicado à cria de pássaros domésticos vejo com estupor o sofrimento de pessoas sérias, honestas e do bem simplesmente por se prontificarem a multiplicar a vida nativa e assim preservar o nosso patrimônio.
         A falta de estrutura e meios para fiscalizar não deveria ser motivo criar indiscriminadamente tantas e tão pesadas barreiras que na prática consigam desestimular e empurrar para a ilegalidade aqueles abnegados criadores. O que deveria ser aplauso virou perseguição. O que deveria ser total estímulo em nome da preservação se transforma e barreiras, e dificuldades. Como em todos os segmentos da sociedade, existem elementos execráveis que se camuflam de criadores para praticar os mais condenáveis atos de depredação das espécies. O desvio de comportamento não estão só no meio dos passarinheiros. Os vemos a diário no Congresso, nas polícias e nos mais diversos órgãos públicos. Jamais deveria ser motivo para massificar as barreiras.
         Vai aqui o meu reconhecimento, admiração e profundo respeito por aqueles que de forma responsável, respeitosa e sensível buscam fazer o seu papel multiplicando a vida enquanto outros a bloqueiam.

Fonte: ÁLVARO BLASINA

 


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